Planifai

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Quanto cobrar pelo seu serviço?

Coloque seus custos e o tempo do serviço e veja o preço mínimo e o preço que deixa lucro.

A calculadora já abre com um exemplo. Troque pelos seus números.

Quem faz o serviço?

Seus custos do mês

Tudo que você paga trabalhando ou não: aluguel, luz, água, internet, DAS do MEI, sistema.

O que vai para o seu bolso, já sem os custos.

Sua agenda

De cada 10 horas abertas na agenda, quantas viram atendimento? 7 de 10 é 70%.

O serviço

Taxa do cartão e imposto sobre a venda. O DAS do MEI é fixo e já entra nos custos.

Não é o seu salário. É a reserva para trocar um equipamento ou segurar um mês fraco.

Quanto o salão fica de cada serviço, se você atende como parceiro. Se o salão é seu, deixe 0.

Preço sugerido para este serviço

R$ 40

Conta exata: R$ 39,99, arredondada para cima.

Preço mínimo: R$ 33,74

Paga os custos, o seu salário e as taxas, sem sobrar lucro. Abaixo dele, a conta do mês não fecha.

Para onde vai o dinheiro de cada atendimento

Seu salário
R$ 18,26
Custos fixos
R$ 9,13
Produto
R$ 5,00
Maquininha e imposto
R$ 1,60
Lucro do negócio
R$ 6,01

Sua hora de trabalho vale R$ 36,53. Com essa agenda, cabem cerca de 164 atendimentos desse por mês.

E as faltas?

Com esse preço, 2 faltas por semana somam R$ 347 por mês em horários que ficaram vazios.

A Planifai manda lembrete no WhatsApp antes do atendimento, e o cliente confirma ou avisa que não vem com um toque.

Quero menos faltas na agenda

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Como a conta funciona

São três passos, e dá para refazer no papel. Os números abaixo são os do exemplo.

  1. Quanto vale a sua hora

    Custos fixos mais o seu salário, divididos pelas horas que você atende de verdade. No exemplo: R$ 4.500 divididos por 123,2 horas (22 dias, 8 horas, 70% ocupados) dão R$ 36,53 por hora.

  2. Quanto custa fazer o serviço

    O valor da hora vezes a duração, mais o produto gasto. Um serviço de 45 minutos custa R$ 27,39 de hora e R$ 5 de produto: R$ 32,39.

  3. Taxas e lucro por cima

    Divida o custo por 1 menos as porcentagens. Com 4% de maquininha e 15% de lucro, R$ 32,39 divididos por 0,81 dão R$ 39,99. Na tabela, R$ 40.

Por que dividir em vez de somar 19%? Aqui taxa e lucro são porcentagens do preço que o cliente paga, e a maquininha cobra sobre esse preço, não sobre o custo. Somar a porcentagem em cima do custo deixa o preço sempre um pouco curto.

Se quem atende é profissional da equipe, a comissão entra junto com a maquininha e o lucro: ela também é uma parte do preço. E o aluguel se divide pelas horas de todos os profissionais, não de uma agenda só. Se você também atende, os seus atendimentos não pagam comissão, e a conta usa a média. Quem atende como parceiro no salão de outra pessoa faz a mesma conta com a parte que fica com o salão.

Três contas que deixam o preço baixo

Partir do preço do concorrente

Ele tem outro aluguel, outra agenda e às vezes outro objetivo. O preço dele paga as contas dele, não necessariamente as suas. Vale olhar o mercado, mas depois de saber o seu custo.

Contar com a agenda sempre cheia

Com a agenda cheia na conta, cada hora carrega uma fatia pequena dos custos. Nos meses com horário vago, essa fatia não cobre. Use a ocupação de um mês normal, não a do melhor mês.

Deixar a maquininha de fora

No exemplo, 4% de R$ 40 são R$ 1,60 por atendimento. Em 164 atendimentos no mês, a maquininha fica com R$ 262.

O preço ficou alto. E agora?

Compare com três a cinco lugares parecidos perto de você. Se o seu ficou bem acima, olhe a agenda antes de baixar o preço. No exemplo, subir a ocupação de 70% para 85% leva o preço de R$ 40 para R$ 35, sem mexer no seu salário. Teste na calculadora.

Para ir além da conta, leia como precificar seus serviços sem cobrar pouco demais.

Perguntas frequentes

Depende dos seus custos e do tempo do corte, por isso o preço de outro lugar não serve de régua. Com R$ 1.500 de custos fixos, R$ 3.000 de salário, 22 dias de trabalho, agenda 70% ocupada e um corte de 45 minutos, o preço que se paga com lucro fica em R$ 40. Coloque os seus números na calculadora para ver o seu.

Some os custos fixos do mês com o salário que você quer tirar e divida pelas horas que você atende de verdade no mês. Hora vaga entre um cliente e outro não entra na conta, por isso a calculadora pergunta quanto da agenda fica ocupada.

Não existe porcentagem padrão: a Lei do Salão Parceiro deixa o valor para o contrato entre o salão e o profissional. O que dá para conferir é se a porcentagem cabe no preço. Na calculadora, escolha "Minha equipe". Com 2 profissionais na comissão de 50% e você atendendo junto, o serviço do exemplo sai a R$ 30.

Escolha "Eu" e coloque em "Parte que fica com o salão" quanto o salão fica de cada serviço. Se o contrato diz que você fica com 60%, coloque 40. Nos custos fixos entra só o que você paga, como o DAS. Em "Maquininha e imposto" também: se o salão paga a maquininha, deixe a taxa do cartão de fora. Se você é do Simples, o imposto vale só sobre a sua parte: com 6% de imposto e 40% para o salão, coloque 3,6% em vez de 6%. Se quem define a tabela é o salão, compare o preço dela com o preço mínimo. Abaixo dele, a porcentagem combinada não fecha para você.

Aqui o lucro é o que sobra depois do seu salário, então ele é a reserva do negócio: equipamento novo, mês fraco, reforma. Uma referência prática é começar entre 10% e 20% e ajustar quando você vir quanto sobra no fim do mês.

O MEI paga o DAS, um valor fixo por mês, e não um percentual sobre cada venda. Por isso o DAS entra nos custos fixos. No campo de porcentagem fica só a taxa da maquininha. Quem está no Simples Nacional soma ali também a alíquota do imposto.

Aumentar o preço faz quem vem pagar por quem falta. O caminho mais justo é reduzir as faltas: lembrete no WhatsApp antes do horário, confirmação com um toque e sinal no Pix para os serviços mais longos.

Seu próximo cliente pode estar tentando marcar agora.

Com o Planifai, esse cliente sai com o horário marcado.

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